Votação do Marco do Saneamento

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Em editorial nesta segunda-feira, 22, a Folha de São Paulo festeja a ‘Hora do Saneamento’. Enquanto isso, o Correio Braziliense, também em editorial enfatiza que ‘Saneamento é jogo de ganha-ganha’. 

Ambos os jornais se referem à grande chance de votação do Marco Regulatório do Saneamento, nesta quarta-feira, 24. Já aprovado na Câmara dos Deputados, o projeto de Lei 4.162/2019 será apreciado pelos senadores.

O projeto está sob a relatoria do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) cujo relatório é favorável à aprovação. Em webinar promovida pela Frente Parlamentar de Apoio à Logística e Infraestrutura-Frenlogi e pelo Instituto Brasil Logística-IBL, Jereissati defende a abertura à abertura da concorrência a investimentos em saneamento básico pelo setor privado.

A mesma posição é defendida pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), presidente da Frenlogi. Segundo o parlamentar “o marco delineado pelo projeto de lei é flexível, assegurando espaço à participação de empresas públicas e capitais privados”.

35 milhões sem acesso à água

O símbolo mais vergonhoso: 35 milhões de brasileiros não têm acesso à água para lavar as mãos. Não podem, por isso, atender ao alerta das autoridades sanitárias que receitam esse item de higiene como precaução essencial contra o coronavírus.

R$ 700 bilhões de investimentos

“Estima-se que o novo marco regulatório vá abrir espaço para R$ 700 bilhões em novos investimentos nesse período. Nada menos que 100 milhões de brasileiros hoje expostos ao esgoto a céu aberto dependem desses investimentos, que se tornam ainda mais essenciais após a pandemia”. Assim, destaca o editorial da Folha.

Carências

Enfim, conclui a Folha. “O país não pode mais aceitar conviver com carências vergonhosas de saneamento. Acesso a água e esgoto para todos é direito básico”.

Ganhos

“Passou da hora de entrar no século 21. O ingresso na modernidade é o jogo do ganha-ganha”. Dessa forma, arremata o editorial do Correio Braziliense.

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