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Presidente da Frenlogi acredita que recursos obtidos com o pagamento de outorgas de concessões devem ser aplicados obrigatoriamente no setor

A Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura (Frenlogi) e a Confederação Nacional do Transporte (CNT) defenderam o aumento dos investimentos no setor de Transportes para superação da crise econômica e social, a fim de retomar investimentos e garantir empregos.

O presidente da Frenlogi, senador Wellington Fagundes (PL-MT), defendeu ainda que, os recursos obtidos com o pagamento das outorgas de concessão, nos setores de transporte da administração pública, devem ser preferencialmente aplicados justamente no setor de infraestrutura. “Há uma necessidade premente de ampliarmos esses investimentos para desenvolvermos o setor, gerando emprego e renda, e garantindo dignidade. E essa é uma forma eficaz de fazê-lo”, pontuou Fagundes.

Os parlamentares da Frenlogi e a diretoria da CNT acreditam que a melhoria das condições de transporte reduzem, consideravelmente, o Custo Brasil, permitindo a interiorização e regionalização do desenvolvimento social.

O alinhamento do discurso de ambas as instituições – com a Frenlogi representando o Parlamento e a CNT o empresariado e os usuários – se deu durante reunião realizada nesta quarta-feira, 16, na sede da Confederação, em Brasília. Estiveram presentes, no encontro, além do presidente da Frenlogi: o presidente da CNT, Vander Costa, o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros, o diretor de relações institucionais da CNT, Valter Luís, e a diretora-executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart. Além deles, representaram a Frenlogi: o vice-presidente, deputado Hugo Leal, o Diretor de Relações Institucionais do IBL, Edinho Bez, os coordenadores de câmaras temáticas, senador Antônio Anastasia, deputado Diego Andrade e o senador Jean Paul Prates.

As instituições também fizeram um balanço de ações realizadas ao longo de 2020, bem como a projeção de novas e importantes iniciativas para 2021. Durante a exposição dos presentes, os parlamentares defenderam a priorização de modais que sejam “compatíveis com as distâncias e o tipo dos produtos transportados”, citando, como exemplo, a redução considerável do custo do frete quando se usa o transporte ferroviário para levar a carga de soja de Mato Grosso até o Porto de Santos.

NÚMEROS IMPACTANTES – Um recente levantamento realizado pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) demonstrou que, nos últimos 15 anos, o Brasil investiu pouco mais de 2% do PIB em Infraestrutura. Para reduzir gargalos à competitividade e aumentar a produção, o país precisa aplicar algo em torno de 4,5% do PIB por ano, ao longo de, no mínimo, dez anos seguidos.

Frenlogi e CNT adiantaram que pretendem articular, junto ao Governo Federal, projetos que garantam infraestrutura de transportes como ponto fundamental para o salto econômico do país, especialmente por conta do período do pós-pandemia. Outra pauta prioritária às instituições é a diversificação dos modais e o avanço das concessões. Para a entidade, é fundamental buscar parcerias com o setor privado para a realização de toda sorte de empreendimentos, o que acelera sobremaneira o tempo de execução das obras, e assegura qualidade, potencializando o uso de recursos federais em outras intervenções.

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