Volks retorna ao trabalho

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Volks retorna ao trabalho sob rigorosas normas internas de higiene, na unidade de Anchieta. Inaugurada em 1959, pelo então presidente da República, Juscelino Kubitschek, operários mantêm distanciamento social. Mas também, com máscaras e álcool gel à disposição.

Recepção

Nesta terça-feira, pela madrugada, o próprio presidente da empresa, Pablo Di Si, foi receber os operários na volta ao trabalho. Dessa forma, após 70 dias de quarentena. “Não vi ninguém sem máscara”, disse animado.

De acordo com o que descreve reportagem do Valor Econômico, ‘os ônibus foram chegando pouco a pouco. Paravam, um de cada vez, em frente às catracas. Grandes círculos amarelos marcavam, no piso, a distância entre o que passava o crachá pela catraca e o próximo da fila. Assim que o último ônibus fechou as portas e partiu, vazio, Di Si respirou aliviado. ‘Já posso tomar um café’, disse.”

Automação

Ainda de acordo com o Valor, “o alto nível de automação da fábrica dispensa cuidados extras para garantir distanciamento na linha de montagem”. Assim, “a maior preocupação está nos períodos fora do trabalho, como entrada e saída do turno e as refeições”.

Na linha de montagem, descreve a matéria, apesar de um distanciamento natural por conta da automação, há uma série de normas a seguir, como limpar as ferramentas com frequência.

Conforme o relato, cada funcionário recebeu três máscaras laváveis. Na área de produção, a segurança foi dobrada: além da máscara em tecido, outra feita de polietileno, transparente, faz parte do novo equipamento.

Satisfação

O dirigente da empresa, Di Si, demonstrava satisfação, ontem, ao ver a vida voltar à fábrica, ainda que em ritmo mais lento, destaca a matéria do Valor Econômico. O executivo revelou à reportagem que chegou a chorar nas vezes em que esteve lá durante a paralisação. “A sensação de ver as máquinas paradas na escuridão foi indescritível”, disse.

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