Tráfego de caminhões

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Números da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), referentes a julho passado, revelam aumento de 5,3% no tráfego de caminhões nas estradas com pedágio. A comparação é com referência ao mês de junho.

 “O movimento de pesados segue influenciado pela produção e circulação de bens de primeira necessidade, como sinalizado pelo dinamismo recente da indústria de alimentos e as vendas de supermercados.”, afirma Thiago Xavier, analista da Tendências Consultoria, conforme o site da ABCR.

Sudeste

De acordo com matéria publicada pelo jornal Estado de São Paulo, o fluxo de caminhões também aumentou mais em alguns Estados. O Rio de Janeiro, segundo o jornal, foi o Estado em que o movimento de veículos pesados nas estradas apresentou resultado mais intenso. A alta registrada em julho ante junho foi 6,5%, aponta o texto. 

Outros Estados do Sudeste também apresentaram evolução no volume de tráfego, conforme a publicação paulista. Em São Paulo, o índice ABCR mostra avanço de 4,3% na comparação com junho. No Paraná, houve aumento de 1,2%, também com relação a junho.

Recuperação

A demanda por transporte rodoviário de cargas no Brasil está aumentando, segundo dados da NTC&Logística. Assim, semana de 20 a 26 de julho o volume de operações superou os níveis de março. 

A matéria também foi veiculada pelo jornal Estado de São Paulo, ressaltando que embora o resultado ainda seja 22,9% negativo, houve melhora de três pontos percentuais em relação ao período de 16 a 23 de março. Na primeira semana após a decretação da pandemia do novo coronavírus, a retração do setor foi de 26%.

Modal rodoviário

Como o modal rodoviário representa hoje em torno de 60% das cargas transportadas no país, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística, o movimento nas estradas dizem muito sobre o nível das atividades produtivas, no país.

Hoje, é forte o movimento pela superação dessa dependência com relação às rodovias, e pela ampliação de outros modais, como o ferroviário, o de cabotagem e o fluvial, sendo o Instituto Brasileiro de Logística (IBL) e a Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (Frenlogi) duas das entidades que protagonizam a luta por essas transformações.