No Sistema S, Onyx e Freitas melhoram salários

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Onyx Lorenzoni e Tarcísio Freitas são, agora, conselheiros de entidades do Sistema S. Onyx, no Sesc, e Tarcísio, no Senac. Assim, após decisão do ministro da Economia, Paulo Guedes, o que permite a melhoria dos salários de ambos.

A saber, Lorenzoni vai substituir o ex-senador Paulo Bauer, de Santa Catarina. Já Tarcísio Freitas substituirá o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta. A informação foi divulgada pela revista Veja, na última terça-feira, 13.

De acordo com a matéria, atualmente o ministro Onyx Lorenzoni mantém o salário de deputado federal: R$ 33.763,00 brutos, o que lhe rende 21.351,30 reais líquidos mensais. Seu salário, agora com o incremento do Sesc, vai dobrar. 

Ainda de acordo com a revista, com base no Portal da Transparência da Câmara dos Deputados, Freitas mantém o salário de 27.853,43 reais como analista legislativo. Após os descontos obrigatórios, sobrem líquidos 17.715,64 reais. 

A publicação diz que ministros de estado costumam receber 31.000 reais de salário. O da Infraestrutura, por manter a remuneração da Câmara, ganha apenas 10.038,19 líquidos do governo federal. Assim, porque é o máximo permitido pelo teto. Com o pagamento do Senac, sua remuneração vai ultrapassar o valor estabelecido como limite.

“Acontece que os pagamentos referentes a conselhos de estatais e bancos públicos não são enquadrados na regra do teto, o que passa a permitir os supersalários”, explica o texto da Veja.

Nota

A assessoria de Tarcísio informou à revista que ele foi formalmente convidado pelo Ministério da Economia para integrar o Senac, no Sistema S. “Neste setor, Freitas tem a experiência de auditor concursado da Controladoria Geral da União (CGU), chegando ao posto de coordenador-geral de Auditoria em sua área de atuação. Também é responsável pela criação da Subsecretaria de Governança e Integridade do Ministério da Infraestrutura, hoje responsável pela análise prévia de indicações ao serviço público e encaminhamento de  denúncia a autoridades policiais e órgãos de controle”, disse, por meio de nota.

Matéria completa na revista Veja.

 

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