Expansão energética

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Expansão energéticaA Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados quer pautar continuamente a energia renovável no debate sobre sustentabilidade no mercado das fontes energéticas para o Brasil – prioritariamente, desdobrar na Subcomissão de Fontes Renováveis de Energia e Biocombustíveis, ao longo de 2020, as propostas apresentadas na audiência realizada na quarta, 18.

A audiência atendeu solicitação do deputado cearense, Eduardo Bismarck (PDT) e contou com a participação de parlamentares da Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura do Congresso Nacional / FRENLOGI – como o deputado Coronel Armando (PSL/SC) – ; e representantes de entidades de energias renováveis – Sandro Yamamoto, diretor-técnico da Associação Brasileira de Energia Eólica; Sevan Naves, da Associação Brasileira de Pequenas Centrais Hidrelétricas; e Guilherme Susteras, do grupo de trabalho de geração distribuída da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica.Expansão energética

Os destaques da audiência, por modal debatido, apresentaram os seguintes dados:

  1. Modal Energia Eólica – Em 2019, o Brasil foi o quinto país que mais instalou energia eólica no mundo. Em 2018, foram investidos 1,3 bilhões de dólares no setor no país e evitada a emissão de 21 milhões de toneladas de gás carbônico; e que o setor produtivo tem contribuido para a regularização fundiária no Nordeste.
  2. Modal Energia Solar – a fonte representa apenas 1,4% na matriz energética brasileira. São 170 mil residências atendidas por energia solar em um total de 83 milhões de consumidores. A geração fotovoltaica está tornando o acesso do consumidor ao modal mais participativo – na década de 70, o custo era de U$ 80/Watt; hoje, 25 centavos de dólar o watt.
  3. Modal de Pequenas Hidrelétricas (PCHs) – O Brasil não usa nem 20%, mesmo sendo a terceira potencial mundial no setor.

Expansão energéticaPara o deputado Coronel Armando, o Brasil precisa investir de forma isonômica nos modais renováveis, garantindo o desenvolvimento harmônico dos setores; e que uma “nova etapa de leilões previstos para o próximo ano, pelo Ministerio de Minas e Energia, oxigenará os setores produtivos”.

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