Aviões de passageiros da Azul

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Aviões de passageiros da Azul, com a crise, viraram aviões de carga. Portanto, todos os aviões da companhia passam a transportar cargas. Dessa forma, a empresa pretende enfrentar os tempos ruins de coronavírus, segundo matéria veiculada pelo Portal Terra

O objetivo, fica claro, é o de rentabilizar de alguma forma a frota. Conforme relatos dos dirigentes da empresa, os aviões de passageiros da Azul ficaram quase que totalmente parados desde a adoção de medidas de isolamento social para conter a pandemia do coronavírus.

De acordo com comunicado da companhia, seus dirigentes tornaram público que após ter obtido autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), adaptou uma aeronave A320Neo, com 174 assentos.

Assim, para transportar sete toneladas de cargas, usando o porão da aeronave, além da área dos assentos e dos compartimentos superiores. O voo inicial com essas características foi feito no último sábado, executando a rota Campinas-Belém.

Bancos

Enquanto isso, as companhias aéreas estão buscando apoio de bancos a fim de superarem a crise. Nesse sentido, Gol, Latam e a própria Azul avaliam proposta de instituições financeiras, por meio do sindicato de bancos comerciais, a fim de enfrentarem esses duros tempos.

O sindicato é coordenado pelo Bradesco, pelo lado privado, e tem participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De acordo com matéria do jornal Valor Econômico, desde o anúncio do apoio às empresas aéreas pelo BNDES, no fim de março, passaram-se mais de 40 dias. As discussões foram complexas e acabaram envolvendo um sindicato de bancos comerciais, além do BNDES.

O mecanismo de apoio esperado, segundo o Valor, consiste na emissão de debêntures combinado com um bônus de subscrição. Fontes do governo disseram que esse tipo de bônus é conversível em ações das empresas segundo regras pré-estabelecidas.

Nesta operação, os bônus seriam oferecidos em garantia ao BNDES. Caso o pagamento dos recursos aportados nas empresas ocorra normalmente, ao final os bônus seriam descartados.

Caso haja inadimplemento, os bônus seriam convertidos em ações e, em momento oportuno futuro, com a empresa recuperada e as ações em alta, o banco venderia as ações no mercado com lucro.

Matéria completa no jornal Valor Econômico, CLICANDO AQUI.